Résumé
The objective of this research was to compare the effects of an α- and β-adrenergic agonist, epinephrine, a selective α
2-adrenergic agonist, α-methylnorepinephrine (α-MNE), and a non-adrenergic vasopressin on post-resuscitation myocardial function and duration of survival. Epinephrine continues to be the primary adrenergic agent for advanced cardiac life support. However, its major inotropic actions and especially its β-adrenergic and, to a lesser extent, its α
1-actions increase the severity of global ischemia during cardiac arrest and adversely affect post-resuscitation myocardial function and survival. We had previously observed significantly better outcomes with a selective α
2-adrenergic agonist when compared with epinephrine. Non-adrenergic vasopressin also has promise of more favorable actions. The present study was, therefore, undertaken to compare a selective α
2-adrenergic vasopressor drug with vasopressin, epinephrine, and saline placebo. Ventricular fibrillation (VF) was induced in 20 Sprague–Dawley rats. Mechanical ventilation and precordial compression were initiated after 8 min of untreated VF. About 2 min later, α-MNE in a dose of 100 μg/kg, vasopressin in a dose of 0.4 U/kg, epinephrine in a dose of 30 μg/kg, or saline control was administered. Defibrillation was attempted after 6 min of CPR. Left ventricular pressure, dP/dt
40, −dP/dt, and cardiac index were measured for an interval of 240 min after resuscitation. Except for saline controls, comparable increases in coronary perfusion pressure (CPP) were observed after each drug intervention. All animals were successfully resuscitated. Post-resuscitation myocardial function and survival were significantly better in animals treated with α-MNE. Both post-resuscitation myocardial function and survival were most improved after administration of the selective α
2-adrenergic agonist, intermediate after vasopressin and least after epinephrine and saline placebo.
Objectivo: comparar os efeitos de um agonista a e -adrenérgico, epinefrina, um agonista a
2-adrenérgico selectivo, a-metilnorepinefrina (α-MNE), e um não adrenérgico vasopressina na função do miocárdio após reanimação e na duração da sobrevivência. A epinefrina contı́nua a ser o agente adrenérgico primário para as medidas de suporte avançado de vida. Contudo, as suas acções inotrópicas major e especialmente as suas acções β-adrenérgicas e, numa extensão menor, a sua acção α
1 agravam a isquemia global durante a paragem cardı́aca e afectam de forma adversa a função miocárdica e a sobrevivência pós reanimação. Os autores observaram préviamente um prognóstico significativamente melhor com um agonista α
2–adrenérgico quando comparado com a epinefrina. Um não adrenérgico, como a vasopressina também é promissor de acções mais favoráveis. O estudo presente foi portanto realizado para comparar um vasopressor α
2–adrenérgico, com a vasopressina, epinefrina e soro fisiológico. Foi induzida Fibrilhação Ventricular (FV) em 20 ratos Sprague-Dawley. A ventilação mecânica e as compressões pré-cordiais foram iniciadas após 8 minutos de FV não tratada. Cerca de dois minutos depois foram administradas, a-MNE numa dose de 100 g/kg, vasopressina numa dose de 0.4 U/ Kg, epinefrina numa dose de 30 g/kg, ou soro fisiológico. Após 6 min de RCP foi tentada a desfibrilhação. A pressão ventricular esquerda, dP/dt40, −dP/dt, e o ı́ndice cardı́aco foram medidos durante um intervalo de 240 minutos após a reanimação. Foram encontrados aumentos comparáveis na pressão de perfusão coronária (PPC) após a intervenção com cada um dos fármacos, excepto para o soro fisiológico. Os animais foram todos reanimados com sucesso. A função do miocárdio após reanimação e a sobrevivência foram significativamente melhores após a administração de um agonista α
2–adrenérgico selectivo, intermédia após vasopressina e menor após epinefrina e soro fisiológico.
El objetivo de este estudio fue comparar los efectos de la epinefrina, agonista ?- y ?–adrenérgico, la ?-metilnorepinefrina (?-MNE) agonista selectivo ?
2 y la vasopresina que no es adrenérgica - sobre la función miocárdica post resucitación y sobre la duración de la sobrevida. La epinefrina sigue siendo el agente adrenérgico primario para el soporte vital cardı́aco avanzado. Sin embargo, sus acciones inotrópicas mayores y especialmente sus acciones ?-adrenérgicas y, en menor extensión, sus acciones ?
1-adrenérgicas aumentan la severidad de la isquemia global durante el paro cardı́aco y afectan adversamente la función miocárdica post resucitación y la sobrevida. Previamente hemos observado resultados significativamente mejores con un agonista ?
2-adrenergico selectivo comparado con epinefrina. La vasopresina, no adrenérgica, también promete acciones más favorables. El presente estudio fue, por lo tanto, realizado para comparar una droga vasopresora ?-adrenérgica selectiva con la vasopresina, epinefrina, y con un placebo salino. Se indujo fibrilación ventricular (VF) en 20 ratas Sprague-Dawley. Se inició ventilación mecánica y compresión precordial después de 8 minutos de VF no tratada. Cerca de 2 minutos más tarde, se administró ?-MNE en una dosis de 100 ?g/kg, vasopresina en dosis de 0.4 U/kg, epinefrina en una dosis de 30 ?g/kg, o control salino. Se intentó la desfibrilación después de 6 minutos de RCP. Se midió presión de ventrı́culo izquierdo, dP/dt
40, −dP/dt, y el ı́ndice cardı́aco durante un intervalo de 240 minutos después de la resucitación. Salvo por los controles salinos, se observaron aumentos comparables en la presión de perfusión coronaria después de cada intervención con drogas. Todos los animales fueron resucitados exitosamente. La función miocárdica y la sobrevida fueron significativamente mejores en animales tratados con ?-MNE. Tanto la función miocárdica como la sobrevida fueron más aumentadas después de la administración del agonista ?-selectivo, aumento intermedio después de la vasopresina, y menor después de epinefrina y placebo salino.